
Uma explosão solar de classe M6.9 foi registrada no dia 25 de agosto e gerou uma ejeção de massa coronal em direção à Terra. Por conta disso, a NOAA, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos, emitiu alertas de tempestade geomagnética: classe G1, a menor da escala, para o dia 27, e classe G2, moderada, para os dias 28 e 29. A escala de tempestades solares vai de G1 até G5, o nível extremo.
Entre os efeitos esperados estão auroras boreais visíveis em diversas partes do planeta, inclusive em regiões mais ao sul, onde esse fenômeno raramente acontece. Também podem ocorrer flutuações na rede elétrica, alarmes de tensão em sistemas de energia em altas latitudes, aumento do arrasto em satélites em órbita baixa da Terra e instabilidade nos sistemas de rádio. Astronautas que estão no espaço precisam se proteger da radiação solar, que pode ser mortal.
A matéria explica que erupções solares são comuns e fazem parte da atividade do Sol, que segue um ciclo de aproximadamente 11 anos. Durante esse ciclo, o campo magnético do Sol se inverte, causando variações como manchas solares e erupções. As classes das erupções vão de A, a menor, até X, a mais severa, passando pelas classes B, C e M. A classe M, como a registrada agora, causa interrupções breves na comunicação por rádio e pode gerar auroras.
Fonte: CNN




