
Michelle Bolsonaro afirmou, no domingo (16 de agosto de 2026), que sua candidatura ao Senado é uma missão dada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. "Essa foi a missão que o meu marido me confiou e eu irei representá-lo, se assim Deus permitir. Estarei ali lutando por todas as pautas que são caras ao meu coração", declarou. A fala foi feita durante ato de campanha em Ceilândia, no Distrito Federal, em apoio à candidatura à reeleição de Celina Leão (PP) ao governo do DF. O evento também contou com a senadora Damares Alves (Republicanos) e a candidata ao Senado Bia Kicis (PL). Michelle prometeu que, com um mandato nas mãos, fará mais do que fez como primeira-dama, sem ter sido eleita pelo povo. Ela ainda citou o enteado Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, declarando querer elegê-lo. Sobre Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado, Michelle disse: "logo, logo o nosso capitão estará em nosso meio". A menção a Flávio veio depois de uma crise pública: em junho, Michelle publicou um vídeo dizendo ter sido "humilhada" pelo enteado e que não o procuraria mais. Após pedidos de desculpa e negociações nos bastidores, os dois se reaproximaram ao menos publicamente. Antes do ato em Ceilândia, Michelle, Celina e Damares participaram do lançamento da candidatura de Marcela Passamani (MDB) a deputada federal, na Granja do Torto, em Brasília. Marcela é mulher de Gustavo Rocha (Republicanos), candidato a vice-governador na chapa de Celina. No evento, Michelle elogiou Gustavo Rocha e falou sobre as dificuldades das mulheres na política: "a mulher, quando entra na política, entra para cuidar, para transformar suas dores em pautas".
Fonte: Poder360




