
A participação das indústrias de alto valor agregado da China na economia do país se recuperou em agosto, de acordo com o índice Caixin NEI, o Índice Caixin BBD da Nova Economia. O indicador ficou em 35%, um avanço de 1,2 ponto em relação ao mês anterior, mostrando que essas indústrias responderam por 35% de todos os insumos econômicos do país no período.
O que mais puxou o resultado foi o crescimento no emprego e nos investimentos. O subíndice de mão de obra, que tem peso de 40% no índice total, subiu 1,6 ponto e chegou a 24,5. Ele acompanha salários e número de vagas em empresas da nova economia. Já o subíndice de capital, com peso de 35% no índice, subiu 1,4 ponto, para 48,2. O de tecnologia, com peso de 25%, avançou 0,3 ponto, chegando a 33,3, e mede o número de pesquisadores contratados, invenções criadas e patentes obtidas.
Dos 10 setores monitorados pelo NEI, o de novas tecnologias da informação foi o maior contribuinte, com 15,7 pontos em agosto. O salário médio mensal inicial nesses setores foi de 13.386 yuans, equivalente a cerca de US$ 1.990, uma queda de 194 yuans em relação ao mês anterior, segundo dados de sites de carreira e recrutamento online.
O NEI foi lançado em março de 2016 e é elaborado mensalmente pelo Caixin Insight Group e pela empresa de pesquisa de big data BBD, em parceria com a Escola Nacional de Desenvolvimento da Universidade de Pequim. O índice define como "nova economia" os setores intensivos em tecnologia e capital humano, com crescimento rápido e sustentável e incentivo estratégico do governo chinês.
Fonte: Poder360




