
A confusão envolvendo o apresentador Ratinho, do SBT, ganhou mais um capítulo nesta quarta-feira, dia 12. Tudo começou na semana passada, quando ele afirmou ao vivo que o cantor sertanejo Tiago Piquilo estava com "cara de viado". A declaração não passou batida: o deputado estadual suplente Agripino Magalhães Júnior, do PSOL-SP, que também é presidente da Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo, protocolou uma denúncia no Ministério Público contra o apresentador.
De volta ao seu programa, Ratinho foi direto ao ponto e criticou duramente o que chamou de "patrulhamento da discordância" nas redes sociais. "Se você não concorda com qualquer posicionamento, você já é considerado fóbico. É homofóbico, gordofóbico, seja o fóbico que inventarem. Personalidade e direito de expressão ficam em segundo plano. A rede social hoje é o tribunal que determina quem deve ser cancelado", declarou. Ele também mandou um recado para quem, segundo ele, usa causas sensíveis em benefício próprio: "Tem gente que se ampara em determinada comunidade para ganhar votos e faturar. Fingem que são protetores, mas são aproveitadores."
Na segunda-feira, dia 10, Ratinho já tinha se posicionado, dizendo que a fala para Tiago Piquilo era apenas uma brincadeira. "Há 28 anos que eu bringo na televisão e nunca desrespeitei uma pessoa sequer", afirmou na ocasião.
Fonte: Metropoles




