
O senador Sergio Moro (PL), candidato ao governo do Paraná, recebeu R$ 10,8 milhões do Partido Liberal para financiar sua campanha eleitoral. Somando as doações privadas, o total no primeiro turno chega a R$ 11,05 milhões, bem perto do teto legal de gastos, que é de R$ 11,56 milhões.
Moro é o candidato da sigla que mais recebeu recursos do fundo eleitoral e do fundo partidário em todo o Brasil. Em segundo lugar aparece Jorginho Mello, candidato à reeleição ao governo de Santa Catarina, com R$ 5,7 milhões recebidos do partido. O PL tem as maiores bancadas na Câmara e no Senado e, neste ano, ficou com a maior fatia do Fundo Eleitoral: R$ 881,6 milhões, três vezes mais do que em 2022.
Além do repasse do partido, Moro recebeu R$ 200 mil em doações privadas de Maurício Melhim Abou Rejaile e Jefferson Melhim Abou Rejaile, sócios-administradores da RDP Energia, empresa que antes se chamava Rejaile Distribuidora de Petróleo. A empresa foi condenada em 2021 pelo Cade por participação em cartel no mercado de combustíveis de Joinville, em Santa Catarina.
Nas pesquisas, Moro aparece na liderança em todos os cenários. Levantamento da Quaest divulgado em 24 de agosto mostra: Moro com 37%, Requião Filho (PDT) com 21%, Sandro Alex (PSD) com 15%, Luiz França (Missão) com 1%, Tayná Miessa (Unidade Popular) com 1%, e 18% de indecisos.
Fonte: Metropoles




