
Mara Maravilha concedeu entrevista ao colunista Andrei Lara, do jornal O Dia, e falou abertamente sobre a polêmica com Xuxa Meneghel. A cantora disse que o estopim do embate foi o encontro entre Xuxa, Angélica e Eliana no Criança Esperança em 2023, do qual ela ficou de fora.
Mara afirmou que a ausência dela naquele contexto tem a ver com o fato de não ser loira como as outras apresentadoras. Mas ela foi além e relacionou a situação a um preconceito mais amplo. "É sobre o contexto geral. A minha ausência faz muito sucesso. Ponto", declarou.
Quando questionada se acredita que a exclusão tem a ver com ser nordestina, morena e de origem diferente, Mara falou diretamente sobre preconceito. "Quando é preconceito, é contra negro, é contra gay, é contra nordestino, é contra humilde. Existe preconceito, o pré-conceito. Eu não sou a primeira nem a última que vive preconceitos", afirmou.
Sobre a relação com Xuxa, a cantora disse que não a considera inimiga, mas reconheceu que a apresentadora pode ter uma leitura diferente. "Eu não me considero inimiga dela. Mas ela pode fazer uma leitura que ganhou uma inimiga", completou.
A entrevista também tocou no episódio em que Luiza Brunet saiu em defesa de Xuxa, depois que Mara ironizou uma agressão sofrida pela modelo em 2016 — atitude da qual a cantora depois se retratou.
Por fim, Mara mencionou o vazamento de seus dados pessoais e afirmou que o caso está sendo investigado pela polícia.
Fonte: Metropoles




