
A seleção argentina terminou a Copa do Mundo de 2026 com uma série de punições da Fifa. No total, a federação do país terá de pagar cerca de US$ 221 mil, o equivalente a R$ 1,1 milhão, resultado de várias multas aplicadas por comportamentos registrados ao longo do torneio.
A maior sanção foi de US$ 100 mil (R$ 518 mil) por cânticos racistas, homofóbicos e discriminatórios de torcedores argentinos durante partidas contra Cabo Verde, Egito, Suíça, Inglaterra e Espanha. Além do valor, a Argentina terá de mandar seu próximo jogo oficial com apenas 50% da capacidade do estádio. A Fifa permitiu que metade desses assentos seja destinada a famílias, estudantes e grupos comunitários.
Outras multas vieram pelo arremesso de objetos em campo e por atrasos e violações do protocolo de segurança nas partidas contra Suíça e Inglaterra, somando US$ 91 mil (R$ 471,8 mil). A bandeira com a frase "As Ilhas Malvinas são argentinas", carregada pelos jogadores ao gramado após a vitória sobre a Inglaterra, custou US$ 10 mil (R$ 51,8 mil) à federação, com mais US$ 20 mil (R$ 103 mil) por conduta inadequada dos torcedores. O caso foi classificado pela Fifa como uso de evento esportivo para fins não esportivos.
No campo individual, Leandro Paredes recebeu a punição mais dura: suspensão de 10 jogos e multa de US$ 90 mil (R$ 466,7 mil) por agredir Gavi na final contra a Espanha. Nahuel Molina também pagará US$ 90 mil e ficará fora por sete jogos. Almada foi punido com um jogo de suspensão e multa de US$ 30 mil (R$ 155 mil).
A Federação Argentina de Futebol (AFA) informou que vai solicitar à Fifa os fundamentos das decisões passíveis de revisão para apresentar recursos, reservando ainda a possibilidade de recorrer ao CAS como último recurso.
Fonte: Jovem Pan




